Pintores vanguardistas

Trecho do livro que eu DEVERIA estar estudando “A História da Cidade” – Leonardo Benévolo (¬¬”)

“Os pintores independentes retiram de igual modo sua aceitação da realidade externa, e começam a desmontar pacientemente o espetáculo do mundo cotidiano: os impressionistas – Manet, Monet, Pissarro – extraem da realidade as combinações das formas e das cores, separando-as dos significados tradicionais; os pós-impressionistas – Cézanne, Van Gogh, Gauguin – exploram a estrutura oculta (os contornos lineares, os volumes, as cores) das aparências visíveis; os fauves e os cubistas – Matisse, Picasso, Braque – decompõem difinitivamente a imagem de uma realidade dada, e põem um fim à tarefa secular da pintura, de estabelecer uma regra constante para conhecer e interpretar o mundo exterior. Assim, em meio século, os artistas de vanguarda põem em dúvida todas as regras afirmadas de organização do cenário físico (os estilos extraídos dos períodos históricos passados, e o princípio da correspondência entre imagem e realidade) com suas consequências culturais e organizativas.”

Elucidou algo?

Achei digno demais… tinha que mostrar para vocês!

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