2 9 ª B i e n a l d e A r t e d e S ã o P a u l o [parte 1]

\o/\o/\o/

sentiram o cabeçalho comemorativo ein?! phynoh, eu sei u_u hahaha

mutcho bem, jurei que ia contar e cá estou eu contando 😀

Vamos começar com o tema : “Há sempre um copo de mar para o homem navegar” é de um poema do Jorge Matheus de Lima (quém éahn?)

“[…]

A ilha ninguém achou
porque todos o sabíamos.
Mesmo nos olhos havia
uma clara geografia.

Mesmo nesse fim de mar
qualquer ilha se encontrava,
mesmo sem mar e sem fim,
mesmo sem terra e sem mim. <- achei digno!

Mesmo sem naus e sem rumos,
mesmo sem vagas e areias,
há sempre um copo de mar
para um homem navegar. <- olha aque que boneeto!

[…]”

Mutcho bem, por que eles escolheram esse tema? Se vocês notaram, esse senhor tem aquele QUÊ de surrealismo e uma nova realidade. Pelo que EEEEU entendi, senti e notei, tem muito a ver com a arte dentro dela mesma, a arte que é pulsionada para fora de qualquer ser humano (momento ANNE MARIIE – minha ex-professora de projeto, louca mas muito inteligente.) sempre vai ter arte dentro do homem, para ele delirar, apreciar, enfim fazer o que bem quiser (pode ser como meu pai que picotou os quadros dele numa onda de fúria – weird I know.)  e isso prevalecerá (o fato do homem sempre ter a arte) por TODO sempre, porque afinal, o que perpassa o tempo é a arte (momento ANNE MARIE [2]).

Achei muito incrível algumas coisinhas lá:

A arte “interrompe o modo como vemos o mundo”. Super concordo. Parece que algumas exposições, mostras, sei lá, simplesmente MUDAM completamente a nossa forma de enxergar o mundo (não no sentido phylosophicoh, mas até mesmo fisológico – cuma? é, tipo assim, depois que eu vi este quadro do Malevitch – “The Black Square” – não vou colocar aqui porque não estou falando do suprematismo russo – eu comecei a ver TODAS as coisas diferentes… algo como exergar as formas que os predios fazem no céu – entendeu? não? digita Malevitch no google que você vai entender.) São coisas como a que eu acabei de falar que me deslumbram e me fazem ter profundos orgasmos (credo, não é a mais bonita expressão, mas é a que melhor cumpre sua função). Essa quebra no seu modo de ver que faz toda a diferença no final. Convenhamos, é quase inacreditável o poder que isso tem na vida das pessoinhas… eu acho. Bom BIENAL!!!

Outro aspecto que também mesheeel muito comigo foi a arte como “reivenção da realidade”. Eu acho que num aspecto muito interior do artista, que, lóoooooogico, é exteriorizado através da expressão artística (e esse dom el ashol fantástico – tipo… eu gosto de rabiscar croquis… me ajudam mutcho!) e eu acho que isso pode ser muito bem visto através da fotografia (não filho, não é como você QUERIA que  a Paris Hilton fosse mas não é) é pelo fato de que o fotógrafo encontra O momento em que todas as personagens estão perfeitamente postas no cenário, e puf, sai a foto. É um momento ETERNIZADO, um segundo em que o mundo estava em sintonia perfeita (para o fotógrafo, daí vem o fato de td ser muito subjetivo) e parece um outro mundo (awn ando vendo mta coisa do Henri Cartier-Bresson… awwn ).

Mais uma! O fato de TODAS as obras estarem interligadas… sei lá parecia que cada vídeo não trasmitiria a mesma sensação se estivesse, sei lá, sozinho.

 

Sobre as obras, como eu AINDA não vi tudo, não vou comentar nada… Criançada, são 4 pisos IMENSOS CHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIOS de obras para mexer e te causar sensações aleatórias. Não dá pra falar de todas, mas depois posso falar das que mais me encantaram 🙂

Tô com sono e vou dormir.

FUI!

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