Tristan sempre me seduziu…

Esse será meu últmo post hoje. Sobre Tristan Tzara, o hot body do Dadaísmo

Por que você vai escrever sobre… ele?

Porque ele me seduziu COMPLETAMENTE com essa cara:

hot body do DADA

sedução total

E pelo fato do meu blog se chamar LALAísmo (aaa ninguém notou a semelhança?) e ter um rodapé em homenagem a ele?!

Muito bem, vamos falar de arte.

Era uma vez…eu tinha uns 13 anos de idade quando eu vi “A Fonte” do Marcel Duchamp pela primeira vez na minha vida. Naqueles dias, eu, boa artista que sou, só sabia fazer desenhos de mangá (quem hoje em dia não começou assim ein?!) só enxergava arte clássica como boa arte… E aí eu vejo aquela COISA no meu caderno de artes.

REVOOOOOOOOOOOOLTA! Como eu tenho que aprender sobre essa merda?!

Mas eu tive que aprender -__-‘ e aprendi e não gostei.

Mas um belo dia (caraaaca, não lembrava o porquê, mas EXATAMENTE agora eu lembrei!) eu comecei a entender a ARTE MODERNA, quando eu fiz meu curso de desenho artístico aos 16 anos.

E aí eu comecei a achar bem digno Cubismo, Dadaísmo e muitos ismos por aí. Mas vamos ao DADA e ao Tristan:

Eu li aos 17 o poema “Como fazer um poema dadaísta” no meu caderno da escola:


Pegue um jornal
Pegue a tesoura.
Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.
Recorte o artigo.
Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.
Agite suavemente.
Tire em seguida cada pedaço um após o outro.
Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.
O poema se parecerá com você.
E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.

Tristan Tzara

AAAAAAAAAAA QUE MUITO LOOOOOOOOOCO BICHO! Na verdade não é só por causa disso… eu apliquei essa ideia às minhas coisas: Não importa como elas estão organizadas (organizadas?), elas ainda são as minhas coisas e guardam a minha essência (Poético não?) Não só com coisas, mas fiz disso uma bela filosofia para mim (não, não vou explicar). Vamos contar a social life do moço:

Tristan nasceu na Romênia, em uma família judía. Escreveu seus primeiro texto dadaísta A Primeira Aventura Celestial do Sr. Antipyrine (1916), 25 Poemas(1918) e Sete Manifestos Dadaístas (1927).

Em Paris, se envolveu com as atividades turbulentas dos dadaístas André Breton, Philippe Soupault, e Louis Aragon, para chocar o público e desintegrar as estruturas da linguagem.

Em 1929, cansou-se do niilismo e destruição do dadaísmo e se juntou aos comunistas e surrealistas.

(ok, cansei de traduzir a página. São 1 e meia da manhã e eu amanhã acordo cedíssimo)

Deu para sacar as atividades do cara não? Não, eu sei.

E me vou beijos.

“Como tudo na vida, o Dada é inútil.

Dada não tem nenhuma pretensão, assim como a vida deve ser.”

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