Fascínio pelo automóvel

Alguns trechinhos da sessão “Fato & Opinião” da revista aU, fevereiro 2010 (ano 25, nº191)

O automóvel é um meio de locomoção auxiliar, e não o principal. – Marcio Fortes, Ministro das Cidades

O automóvel é um espaço privado ambulante numa sociedade cada vez mais fechadaà convivência pública. – Daniela Sandler, professora- assistente de História da arte e cultura visual da arquitetura e História urbana na Universidade da Califórnia

… uma máquina que amplia as possiblidades do exercício do direito de ir e vir. – Sérgio Berezovsky, diretor da redação da revista Quatro Rodas

Inverter essa lógica [o automóvel ser um fetiche] implica romper o paradigma mercadológico de mobilidade urbana. – Gislene Maia de Macedo, doutora em Psicologia pela USP e professora da Universidade Federal do Ceará (…)

… transportes públicos nunca deixam as pessoas exatamente em seu destino, nem na hora que gostariam. […] O transporte público representa a perda de uma importante ferramenre para sustentar as necessidades de sua personalidade. – Francesco Albanese, presidente do Psocolab (Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento em Psicologia) em Florença, Itália

Fazendo ponte com um outro artigo da mesma revista, (sobre a ampliação da Marginal do Tiête), segundo o que eu penso (hahahaha), isso sera um incentivo público ao consumismo automobilístico, já que os transportes públicos não fazem (nem um pouquinho) a cabeça da maioria (eu particularmente adoro usar o transporte metro-ferroviário devido à facilidade de uso – já que sou extremamente perdida hahahaha, mas não sou uma parcela sigificativa.). Ainda que seja esta a opção mais “green”, algo que eu li num livro do Bertold Brecht explica perfeitamente a indiferença da população frente à poluição dos automóveis: (não são exatas as palavras, mas o sentido é o mesmo) a falta de consciência das pessoas é a culpada pelos seus atos vis. (não que  usar o seu próprio carro seja algo vil, mas não é o mais correto, convenhamos) . No entando, os trabalhadores não estão muito preocupados com o aquecimento global, ou com as possíveis enchentes, devido (além da falta de consiência) à necessidade de GANHAR DINHEIRO. Sustentar-se primeiro, depois o planeta. Analisando isso de uma forma mais social (é culpa do capitaliiiismo! brincadeira) os ingênuos motoristas não têm muito tempo para salvar o planeta e trazer comida para dentro de casa, ao mesmo tempo.

É… é preciso mais do que ônibus, trens, metros e ampliações fofos… desistam, o que vocês precisam é dar cultura ao povo.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s